A 3º aula não aconteceu por falta de água na escola.
Blog para o "Registro da Prática" (Diário de Classe) do professor
Donarte Nunes dos Santos Júnior.
EMEF GRANDE ORIENTE, EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADUTOS (EJA)
Prefeitura Municipal de Porto Alegre – SMED/ RME
quarta-feira, 4 de março de 2020
segunda-feira, 2 de março de 2020
2ª aula: algumas questões geográficas acerca do filme "Coringa".
Através de aula expositiva dialogada e de anotações no quadro magnético, o professor discorreu sobre os seguintes elementos relacionados com o filme "Coringa":
→ o tratamento que é dado à questão do urbano:
- o lixo
- os ratos
- a violência
→ o tratamento que é dado às questões trabalhistas:
- como eram os empregos no filme?
- os palhaços que eram terceirizados
- o medo de perder o emprego
- demissão
→ o tratamento que é dado à questão da comunicação, ou ainda, da troca de informações:
- as correspondências (cartas)
- havia "Internet"?
- o telefone fixo
- havia o "Smartphone"?
- a televisão (qual era o papel da TV no filme?)
→ o tratamento que é dado às questões de relações sociais:
- um homem adulto já, velho, o Coringa, que ainda vivia com a mãe (a questão da adolescência (tão importante de ser trabalhado com os jovens da EJA)
- a invisibilidade das minorias: o pobre, o mendigo, o louco...
- a civilidade nas cidades grandes, como anda?
→ o tratamento que é dado à questão do urbano:
- o lixo
- os ratos
- a violência
→ o tratamento que é dado às questões trabalhistas:
- como eram os empregos no filme?
- os palhaços que eram terceirizados
- o medo de perder o emprego
- demissão
→ o tratamento que é dado à questão da comunicação, ou ainda, da troca de informações:
- as correspondências (cartas)
- havia "Internet"?
- o telefone fixo
- havia o "Smartphone"?
- a televisão (qual era o papel da TV no filme?)
→ o tratamento que é dado às questões de relações sociais:
- um homem adulto já, velho, o Coringa, que ainda vivia com a mãe (a questão da adolescência (tão importante de ser trabalhado com os jovens da EJA)
- a invisibilidade das minorias: o pobre, o mendigo, o louco...
- a civilidade nas cidades grandes, como anda?
o caso do anão que é poupado e o porquê disso
a frase "todo mundo é péssimo e isso basta para enlouquecer" (do Coringa, no final do filme).
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020
1ª aula: filme "Coringa".
Nesta primeira aula, o filme "Coringa" foi reproduzido para os alunos. Cada professor tem uma série de objetivos a serem alcançados, cada um em sua disciplina, com este filme.
Na próxima aula, o presente autor, o professor de geografia, tratará de fazer o devido estudo.
Na próxima aula, o presente autor, o professor de geografia, tratará de fazer o devido estudo.
(Fonte: Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Joker_(filme_de_2019)>. Acesso em: 24 de fev., 2020)
quarta-feira, 27 de março de 2019
O Conceito de Comunismo (4ª aula):
Através de aula expositiva dialogada o professor passou a (re)construir com os alunos o conceito de Comunismo.
A identificação listada, abaixo, pontua os elementos explicados pelo professor em sala de aula:
► → Platão (428/ 427 - 348/ 347 a. C.), com seu escrito "A República" e as noções gerais nele contidas:
→ "Onde", por assim dizer, se encaixa o pensamento de Platão: idealismo
→ O "Mito da Caverna" (ou "Alegoria da Caverna" (ver ilustração abaixo (Figura 1)), contida na obra supracitada, no Livro VII
→ As noções de Ética, Realidade e Verdade, contidas na "Alegoria da Caverna"
A identificação listada, abaixo, pontua os elementos explicados pelo professor em sala de aula:
► → Platão (428/ 427 - 348/ 347 a. C.), com seu escrito "A República" e as noções gerais nele contidas:
→ "Onde", por assim dizer, se encaixa o pensamento de Platão: idealismo
→ O "Mito da Caverna" (ou "Alegoria da Caverna" (ver ilustração abaixo (Figura 1)), contida na obra supracitada, no Livro VII
→ As noções de Ética, Realidade e Verdade, contidas na "Alegoria da Caverna"
(Figura 1: Uma das melhores representações de como Platão descreve o "Mito da Caverna". Fonte: Modificado de: MITO DA CAVERNA DE PLATÃO - RESUMO. In: PORTAL SUA ESCOLA, educação, trabalhos escolares. Disponível em: <https://portalsuaescola.com.br/mito-da-caverna-de-platao/>. Acesso em: 21 mar. 2019.)
► Thomas Morus (1478-1535), e o início da explicação de seu contexto histórico (a Inglaterra do Rei Henrique VIII)
quarta-feira, 20 de março de 2019
O Sentido do Estudar: parte 3 (conclusão) & O que é Geografia (3ª aula):
O professor retomou as aulas passadas (parte 1 e parte 2) fazendo uma série de perguntas aos estudantes que, com suas colocações, foram relembrando o que havia sido visto. O professor fez o fechamento deste assunto tão importante para a vida futura estudantil dos educandos, qual seja: o de sua relação com o estudo como ato para si mesmo, ato libertador, individual e potencialmente transferível.
Em seguida, introduziu o conteúdo geográfico propriamente dito conversando sobre o que é afinal, geografia.
Noções vistas:
► O conceito de Geografia:
→ Etimologia da palavra Geografia e discussão acerca da problemática em conceituar ou definir tal ciência
→ para os gregos: geōgraphía, donde: "geō" é "Terra" e "graphía" é "descrição", sendo a Geografia, assim, a ciência que descreve a Terra.
Em seguida, introduziu o conteúdo geográfico propriamente dito conversando sobre o que é afinal, geografia.
Noções vistas:
► O conceito de Geografia:
→ Etimologia da palavra Geografia e discussão acerca da problemática em conceituar ou definir tal ciência
→ para os gregos: geōgraphía, donde: "geō" é "Terra" e "graphía" é "descrição", sendo a Geografia, assim, a ciência que descreve a Terra.
terça-feira, 19 de março de 2019
O Sentido do Estudar: parte 2 (2ª aula))
O professor retomou a última aula, lembrando da dinâmica feita, bem como relatando-a aos alunos que não haviam participado.
Feito isso, o professor passou no quadro magnético a seguinte pergunta: "por que você estuda?".
Dado o breve tempo necessários para que os estudantes respondessem, o professor solicitou que cada um dos estudantes lessem em voz alta a sua resposta.
À medida em que os alunos liam, o professor pontuava as colocações, no quadro magnético, usando a técnica da identificação listada, com reforço positivo.
Concluído isso, como em anos anteriores, o professor introduziu a crítica que Nietzsche (1844-1900) fazia aos estudantes e à educação de seu tempo; época em que, segundo o filósofo alemão, as "as pessoas estavam estudando para o Estado". De posse desta ideia, o professor propôs que os alunos atualizassem o pensamento para os dias de hoje. Ao que surgiu a substituição do termo Estado por Mercado.
Tomando esta noção, a de que, hoje em dia, "as pessoas estão estudando para o Mercado", o professor apresentou a solução de Nietzsche, que é a "das pessoas estudarem para si mesmas".
Uma construtiva conversa se seguiu, com o professor fazendo a devida integração.
Feito isso, o professor passou no quadro magnético a seguinte pergunta: "por que você estuda?".
Dado o breve tempo necessários para que os estudantes respondessem, o professor solicitou que cada um dos estudantes lessem em voz alta a sua resposta.
À medida em que os alunos liam, o professor pontuava as colocações, no quadro magnético, usando a técnica da identificação listada, com reforço positivo.
Concluído isso, como em anos anteriores, o professor introduziu a crítica que Nietzsche (1844-1900) fazia aos estudantes e à educação de seu tempo; época em que, segundo o filósofo alemão, as "as pessoas estavam estudando para o Estado". De posse desta ideia, o professor propôs que os alunos atualizassem o pensamento para os dias de hoje. Ao que surgiu a substituição do termo Estado por Mercado.
Tomando esta noção, a de que, hoje em dia, "as pessoas estão estudando para o Mercado", o professor apresentou a solução de Nietzsche, que é a "das pessoas estudarem para si mesmas".
Uma construtiva conversa se seguiu, com o professor fazendo a devida integração.
quarta-feira, 13 de março de 2019
O Sentido do Estudar: parte 1 (1ª aula))
O Sentido do Estudar: parte 1 (1ª aula))
Nesta primeira aula os alunos foram conduzidos à Sala de Multimeios, onde ouviram breve apresentação feita pela Coordenadora da EJA, professora Angélica Modrzejewski, que falou sobre as questões comportamentais, disciplinares e práticas relativas à escola.
Em seguida, no mesmo espaço, os estudantes foram conduzidos, pela mesma coordenadora acima citada e o conjunto de professores, Adriana Martins Dias (Coordenadora de Turno), Ana Lúcia Lomando (Totalidades Iniciais), Arilson Cardoso (Matemática), Luís Fábio Vianna (Educação Física), Luiz Fernando Fraga Silva (História), Isabel Medeiros (Biblioteca) e o presente autor (Donarte Nunes dos Santos Júnior (Geografia)) em uma dinâmica que consistia em apresentar, sucintamente, quatro personalidade brasileiras, contudo sem revelá-las.
Com base na breve apresentação, em grupos, os estuantes deveriam escolher uma das personalidades e fazer um exercício de reescrever a trajetória da mesma. Ou seja, deveriam inventar, imaginar como se deu a continuidade da vida daquela pessoa, o que foi acontecendo com ela ao longo do caminho dela, quais escolhas ela tomou, e, sobretudo, como ela está hoje.
Após os grupos terem recebido o devido tempo para que os estudantes elaborassem as suas criações, sob a forma de textos, o professor solicitou que cada um dos grupos lessem o que haviam imaginado para a respectiva personalidades.
Em seguida, as personalidades foram reveladas e um diálogo se seguiu, acerca das possibilidades de vida de cada um, bem como de alguns dos elementos biográficos das pessoas em questão.
O professores esperavam que, ao final da dinâmica, os alunos tivessem refletido sobre possibilidades de vida e meios para se atingir objetivos e sonhos; projetos de vida, rompendo, por assim dizer, com o determinismo.
As personalidades escolhidas, foram:
- Joaquim Barbosa
- Daiane dos Santos
- Gisele Bündchen
- Alok
Cumpre dizer que as personalidades poderiam muito bem terem sido outras.
Em seguida, após o recreio e a janta, os estudantes, cada turma em sua respectiva sala de aula, a, individualmente, elaborar um texto, agora não contendo uma invenção relativa a uma personalidade fictícia ou mesmo real, mas sim, relativa a eles mesmos. Um exercício de pensar e projetar como será o seu próprio futuro, sua própria vida. A tarefa foi recolhida, será, por assim dizer, "tabulada", e, quem sabe, em outra dinâmica, retomada.
Para a próxima aula procurar-se-á refletir a respeito do estudo e do conhecimento. Como é esta relação?
Será retomado o caso das personalidades supracitadas, bem como, os exemplos imaginados pelos próprios estudantes.
Nesta primeira aula os alunos foram conduzidos à Sala de Multimeios, onde ouviram breve apresentação feita pela Coordenadora da EJA, professora Angélica Modrzejewski, que falou sobre as questões comportamentais, disciplinares e práticas relativas à escola.
Em seguida, no mesmo espaço, os estudantes foram conduzidos, pela mesma coordenadora acima citada e o conjunto de professores, Adriana Martins Dias (Coordenadora de Turno), Ana Lúcia Lomando (Totalidades Iniciais), Arilson Cardoso (Matemática), Luís Fábio Vianna (Educação Física), Luiz Fernando Fraga Silva (História), Isabel Medeiros (Biblioteca) e o presente autor (Donarte Nunes dos Santos Júnior (Geografia)) em uma dinâmica que consistia em apresentar, sucintamente, quatro personalidade brasileiras, contudo sem revelá-las.
Com base na breve apresentação, em grupos, os estuantes deveriam escolher uma das personalidades e fazer um exercício de reescrever a trajetória da mesma. Ou seja, deveriam inventar, imaginar como se deu a continuidade da vida daquela pessoa, o que foi acontecendo com ela ao longo do caminho dela, quais escolhas ela tomou, e, sobretudo, como ela está hoje.
Após os grupos terem recebido o devido tempo para que os estudantes elaborassem as suas criações, sob a forma de textos, o professor solicitou que cada um dos grupos lessem o que haviam imaginado para a respectiva personalidades.
Em seguida, as personalidades foram reveladas e um diálogo se seguiu, acerca das possibilidades de vida de cada um, bem como de alguns dos elementos biográficos das pessoas em questão.
O professores esperavam que, ao final da dinâmica, os alunos tivessem refletido sobre possibilidades de vida e meios para se atingir objetivos e sonhos; projetos de vida, rompendo, por assim dizer, com o determinismo.
As personalidades escolhidas, foram:
- Joaquim Barbosa
- Daiane dos Santos
- Gisele Bündchen
- Alok
Cumpre dizer que as personalidades poderiam muito bem terem sido outras.
Em seguida, após o recreio e a janta, os estudantes, cada turma em sua respectiva sala de aula, a, individualmente, elaborar um texto, agora não contendo uma invenção relativa a uma personalidade fictícia ou mesmo real, mas sim, relativa a eles mesmos. Um exercício de pensar e projetar como será o seu próprio futuro, sua própria vida. A tarefa foi recolhida, será, por assim dizer, "tabulada", e, quem sabe, em outra dinâmica, retomada.
Para a próxima aula procurar-se-á refletir a respeito do estudo e do conhecimento. Como é esta relação?
Será retomado o caso das personalidades supracitadas, bem como, os exemplos imaginados pelos próprios estudantes.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
quarta-feira, 16 de janeiro de 2019
Quadragésima primeira aula do 2º semestre:
Aula expositiva dialogada sobre a "Quarta Revolução Industrial", onde as seguintes temáticas foram abordadas:
- a informação como nova "fonte de energia"
- a diferença entre dado e informação
- os padrões espaciais das megalópoles e a Internet (novamente o "tabuleiro de xadrez")
- as transformações espaciais possibilitadas pela "era da informação"
- a informação como nova "fonte de energia"
- a diferença entre dado e informação
- os padrões espaciais das megalópoles e a Internet (novamente o "tabuleiro de xadrez")
- as transformações espaciais possibilitadas pela "era da informação"
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
Quadragésima aula do 2º semestre:
Aula expositiva dialogada sobre a "Terceira Revolução Industrial", onde foram abordados os seguintes temas:
- a eletricidade como nova fonte de energia
- a dependência, ainda, em relação às fontes termoelétricas e hidrelétricas - a questão da origem primeira, e, das "novas fontes de energia" ou "fontes de energia limpa"
- o mundo do trabalho com a nova fonte de energia da eletricidade (luz elétrica): as fábricas agora trabalham também à noite, e muito mais e melhor
- as transformações espaciais ocasionadas graças à eletricidade: a luz elétrica e a urbanização: o padrão ortogonal, "tabuleiro de xadrez" - e aqui foi feito um paralelo com alguns dos últimos estudos - adotado pelas grandes cidades
- a eletricidade como nova fonte de energia
- a dependência, ainda, em relação às fontes termoelétricas e hidrelétricas - a questão da origem primeira, e, das "novas fontes de energia" ou "fontes de energia limpa"
- o mundo do trabalho com a nova fonte de energia da eletricidade (luz elétrica): as fábricas agora trabalham também à noite, e muito mais e melhor
- as transformações espaciais ocasionadas graças à eletricidade: a luz elétrica e a urbanização: o padrão ortogonal, "tabuleiro de xadrez" - e aqui foi feito um paralelo com alguns dos últimos estudos - adotado pelas grandes cidades
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
Trigésima nona aula do 2º semestre:
Aula em que foi dada sequência aos estudos acerca da "Revolução Industrial", como na "trigésima sexta aula".
Nesta aula, porém, tratou-se a respeito, de:
- "Segunda Revolução Industrial"
- o petróleo como fonte de energia
- o motor a explosão
- as transformações no espaço geográfico graças ao agora possível afastamento maior em relação às fontes de energia
Nesta aula, porém, tratou-se a respeito, de:
- "Segunda Revolução Industrial"
- o petróleo como fonte de energia
- o motor a explosão
- as transformações no espaço geográfico graças ao agora possível afastamento maior em relação às fontes de energia
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
Trigésima oitava aula do 2º semestre:
Assim como na "vigésima quinta aula" do presente semestre letivo, e, bem como, na anterior, "trigésima sétima aula", houve atividade relacionada com o xadrez.
Desta vez, porém, mais voltada à prática, com os estudantes praticando e o professor fazendo os comentários e orientações necessárias.
Desta vez, porém, mais voltada à prática, com os estudantes praticando e o professor fazendo os comentários e orientações necessárias.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
Trigésima sétima aula do 2º semestre:
Aula em que os alunos convenceram o professor a retomar assuntos estudados em aulas anteriores, a saber, teoria do xadrez.
Assim, no pátio, deu-se sequência aos assuntos relacionados.
Assim, no pátio, deu-se sequência aos assuntos relacionados.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2018
Trigésima sexta aula do 2º semestre:
Aula expositiva dialogada sobre "Primeira Revolução Industrial":
- Alemanha e Inglaterra de 1750
- A máquina a vapor
- o carvão como fonte de energia
- diferença entre carvão mineral e carvão vegetal
- os tipos de carvão em ordem crescente de teor de carbono:
- turfa
- linhito
- hulha e
- antracito
- Os "tipos" de carvão que o Brasil tem: estudo de caso de Santa Catarina e Rio Grande do Sul
- O carvão no mundo: países que detém carvão com maiores teores de carbono
- O carvão e o meio ambiente: por que a Alemanha abandonou este modo de produção de energia?
- Alemanha e Inglaterra de 1750
- A máquina a vapor
- o carvão como fonte de energia
- diferença entre carvão mineral e carvão vegetal
- os tipos de carvão em ordem crescente de teor de carbono:
- turfa
- linhito
- hulha e
- antracito
- Os "tipos" de carvão que o Brasil tem: estudo de caso de Santa Catarina e Rio Grande do Sul
- O carvão no mundo: países que detém carvão com maiores teores de carbono
- O carvão e o meio ambiente: por que a Alemanha abandonou este modo de produção de energia?
quarta-feira, 19 de dezembro de 2018
Trigésima quinta aula do 2º semestre:
Aula expositiva dialogada e estudo e interpretação de texto sobre "Revolução Industrial" (introdução ao assunto).
Tratou-se sobre o desejo do ser humano em inventar/ desenvolver uma máquina que "funcionasse parra sempre", o "moto-perpétuo" (ou "moto-contínuo") e a impossibilidade disto, e:
- conceito de artesanato
- conceito de manufatura
Tratou-se sobre o desejo do ser humano em inventar/ desenvolver uma máquina que "funcionasse parra sempre", o "moto-perpétuo" (ou "moto-contínuo") e a impossibilidade disto, e:
- conceito de artesanato
- conceito de manufatura
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
quarta-feira, 12 de dezembro de 2018
Trigésima terceira aula do 2º semestre:
Aula em que a EMEF Jean Piaget recebeu a visita do escritor Airton Ortiz, como culminância de um projeto trabalhado com afinco ao longo das últimas doze aula!!!
Noite de conversar com o *autor* @AirtonOrtiz, como culminância do "Projeto" *Adote um Escritor*, da RME de Porto Alegre, na EMEF Jean Piaget!!!— Donarte (@donarte) 13 de dezembro de 2018
"'fazer diferente', 'estar preparado' (estudar e planejar), ser 'dono da própria vida' e 'buscar o equilíbrio'" estiverem em pauta!!! pic.twitter.com/sdIFMgQ2a8
segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
Trigésima segunda aula do 2º semestre:
Com base nas várias aulas anteriores, nas quais, através da dinâmica da roda de leitura, fizemos uma leitura procurando a semântica e os aprofundamentos geográficos possíveis da obra "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006", nesta aula, aula que antecede a visita de nosso autor pelo iniciado na "Vigésima aula do 2º semestre", estudantes e alunos elaboraram a recepção do autor do ponto de vista teórico, relativamente aos aspectos que seriam abordados junto ao autor.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
Trigésima primeira aula do 2º semestre:
Dando continuidade ao que foi iniciado há algumas aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".
segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
Trigésima aula do 2° semestre:
Leitura e interpretação, através da dinâmica da roda de leitura, da obra "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
Vigésima nona aula do 2° semestre:
Ainda a leitura e interpretação, através da dinâmica da roda de leitura, da obra "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
Vigésima oitava aula do 2° semestre:
Através da dinâmica da roda de leitura, leu-se e interpretou-se a obra "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
Vigésima sétima aula do 2° semestre:
Dando continuidade ao que foi iniciado há aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".
terça-feira, 20 de novembro de 2018
Vigésima sexta aula do 2° semestre:
Dando continuidade ao que foi iniciado há cinco aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".
O autor, inclusive já foi participado de nossos interesses ao recebê-lo!!!...:
O autor, inclusive já foi participado de nossos interesses ao recebê-lo!!!...:
Prezado @AirtonOrtiz, a EMEF Jean Piaget, EJA, aguarda-o em meados do início de dez.. Para tanto, estamos lendo:— Donarte (@donarte) 19 de novembro de 2018
- T4: "Aventura no topo da Africa"
- T5: "Cruzando a última fronteira"
- T6: "Na trilha da humanidade"
Vai ser muito legal!!!
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
Vigésima quinta aula do 2° semestre:
Véspera de feriado, muitos alunos faltaram à aula. Então, não seria interessante dar continuidade aos estudos praticados nas últimas aulas, pois muitos iriam ficar para trás na leitura.
Mediante isso, o professor optou por desenvolver uma atividade diferenciada. Aproveitando-se da área arborizada do pátio da escola, que contém bancos de concreto com mesas de mesmo material, encravadas com tabuleiros de xadrez, o professor, juntamente com o colega de Educação Física, ministrou aula transversal a respeito do referido jogo.
Foram vistos os seguintes elementos teóricos:
→ a arqueologia do xadrez:
- os primeiros achados no Egito (tabuleiro de 64 casa (8 x 8))
- a prática do jogo no Oriente Médio
- a origem da terminologia xeque mate; o "Xeique, Sheik, 'ancião', 'chefe', 'soberano', 'líder' ou 'governador'; o 'Rei' morto"
- os nomes das peças na Índia, como, por exemplo: ministro (ao invés de "Rainha"/ "Dãma"), os navios (ao invés das "Torres") e os elefantes (ao invés dos "Cavalos")
→ os nomes das peças hoje
→ a importância relativa das peças ("valor"), segundo Garry Kasparov
→ a diferença entre tática e estratégia
→ a notação algébrica das jogadas (lances): o tabuleiro como uma atriz matemática de linhas (números) e colunas (letras): e4, e5...
→ os lugares do tabuleiro, a importância dos pontos do tabuleiro: o centro, as casas de pressão: a casa f7, por exemplo
→ o centro do tabuleiro como um monte de onde se pode lançar qualquer ataque, segundo, ainda, Garry Kasparov
Os alunos observaram uma rápida partida comentada entre os professores de Geografia e Educação Física, e, depois, passaram a praticar eles mesmos orientados pelos professores.
Mediante isso, o professor optou por desenvolver uma atividade diferenciada. Aproveitando-se da área arborizada do pátio da escola, que contém bancos de concreto com mesas de mesmo material, encravadas com tabuleiros de xadrez, o professor, juntamente com o colega de Educação Física, ministrou aula transversal a respeito do referido jogo.
Foram vistos os seguintes elementos teóricos:
→ a arqueologia do xadrez:
- os primeiros achados no Egito (tabuleiro de 64 casa (8 x 8))
- a prática do jogo no Oriente Médio
- a origem da terminologia xeque mate; o "Xeique, Sheik, 'ancião', 'chefe', 'soberano', 'líder' ou 'governador'; o 'Rei' morto"
- os nomes das peças na Índia, como, por exemplo: ministro (ao invés de "Rainha"/ "Dãma"), os navios (ao invés das "Torres") e os elefantes (ao invés dos "Cavalos")
→ os nomes das peças hoje
→ a importância relativa das peças ("valor"), segundo Garry Kasparov
→ a diferença entre tática e estratégia
→ a notação algébrica das jogadas (lances): o tabuleiro como uma atriz matemática de linhas (números) e colunas (letras): e4, e5...
→ os lugares do tabuleiro, a importância dos pontos do tabuleiro: o centro, as casas de pressão: a casa f7, por exemplo
→ o centro do tabuleiro como um monte de onde se pode lançar qualquer ataque, segundo, ainda, Garry Kasparov
Os alunos observaram uma rápida partida comentada entre os professores de Geografia e Educação Física, e, depois, passaram a praticar eles mesmos orientados pelos professores.
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
Vigésima quarta aula do 2° semestre:
Os alunos da E.M.E.F. Jean Piaget, EJA, fizeram excursão de estudos à "64ª Feira do Livro de Porto Alegre", graças, também, ao projeto "Adote um Escritor", comentado há aulas atrás.
Lá, além de andar por algumas das ruas do Centro Histórico da capital gaúcha, os alunos puderam conversar com os livreiros e atendentes, ver títulos, livros, obras e pessoas.
Por fim, na hora marcada, às 20h, assistiram ao show, com Frank Jorge, que subiu ao palco com o espetáculo: "ENTRE A POESIA E A CANÇÃO", onde apresentou boa música e partes de seu livro "Realidades e Chantillys Diversos".
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
Vigésima terceira aula do 2° semestre:
Dando continuidade ao que foi iniciado há três aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".
terça-feira, 6 de novembro de 2018
Vigésima segunda aula do 2° semestre:
Dando continuidade ao que foi iniciado há duas aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".
quarta-feira, 31 de outubro de 2018
Vigésima primeira aula do 2° semestre:
Dando continuidade ao que foi iniciado na última aula, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Vigésima aula do 2° semestre:
Através do projeto "Adote um Escritor", por intermédio do qual as escolas da Rede Municipal de Educação (RME) são contempladas com a visita de um dos escritores que integram um "processo de escolha" e são devidamente identificados através de uma lista, ficou definido, que, este ano, o autor que brindará nossa escola com sua presença, é: Airton Ortiz.
Deste modo, para que os estudantes melhor apreciem a conversa com este ilustre escritor gaúcho, que está programada para o início do mês de dezembro, o professor passou, através da dinâmica das rodas de leitura, à leitura da obra "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".
Esta obra foi a escolhida para a Totalidade 6 (T6), porque nela, o autor Rio-Pardense desenvolve uma narrativa desde de a África, passando pela Ásia e Europa, até chegar na América e Brasil. Assim, trata-se de um livro mais adequada aos estudantes desta totalidade de ensino, de nível de 9º ano.
Nesta aula, iniciamos, então, a leitura, de: "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".
Deste modo, para que os estudantes melhor apreciem a conversa com este ilustre escritor gaúcho, que está programada para o início do mês de dezembro, o professor passou, através da dinâmica das rodas de leitura, à leitura da obra "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".
Esta obra foi a escolhida para a Totalidade 6 (T6), porque nela, o autor Rio-Pardense desenvolve uma narrativa desde de a África, passando pela Ásia e Europa, até chegar na América e Brasil. Assim, trata-se de um livro mais adequada aos estudantes desta totalidade de ensino, de nível de 9º ano.
Nesta aula, iniciamos, então, a leitura, de: "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
Décima nona aula do 2° semestre:
Como na última aula, o professor, para explicar o que é a "Lei da Oferta e Procura", utilizou-se da aula expositiva dialogada, lançando a pergunta: "o que lhes parece, caros alunos, o que vem antes, a oferta ou a procura?", e como a resposta obtida, foi: "o que vem antes é a procura, professor!", nesta aula, o professor explicou que, na atualidade, os meios de comunicação, Mídia em geral, sobretudo a Internet, têm elaborado engenharias para fazer com que as pessoas comprem o que os grandes grupos querem que seja comprado, e não o contrário. Neste caso, a oferta pode vir, sim, muito bem, antes da procura.
A explicação girou em torno dos chamados "filtros bolha". Ver vídeo, abaixo:
A explicação girou em torno dos chamados "filtros bolha". Ver vídeo, abaixo:
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
Décima oitava aula do 2° semestre:
Dando continuidade ao assunto introduzido na última aula, o professor procedeu à explicação acerca de dois elementos centrais do Capitalismo, a saber:
→ a "Mão Invisível" e a
→ "Lei da Oferta e Procura".
→ a "Mão Invisível" e a
→ "Lei da Oferta e Procura".
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Décima sétima aula do 2° semestre:
Aula expositiva dialogada para integrar o conceito de Socialismo, visto na última aula.
Em seguida, passou-se à explicação do conceito de Capitalismo.
Entre outras coisas, foi visto:
→ Adam Smith (1723-1790) como o "pai" do Capitalismo
Para servir de gatilho para o estudo, o professor colocou no quadro magnético, a seguinte, clássica citação de Smith:
→ apresentação da questão, retirada da "Teoria dos Sentimentos Morais", de Smith, que defende que o homem não que nada além de ser notado, aprovado, reconhecido, etc.
Para ir além, sugere-se fortemente a leitura da página abaixo, bem como, do material anexo através de Links contidos nela:
::: O Capitalismo :::
Em seguida, passou-se à explicação do conceito de Capitalismo.
Entre outras coisas, foi visto:
→ Adam Smith (1723-1790) como o "pai" do Capitalismo
Para servir de gatilho para o estudo, o professor colocou no quadro magnético, a seguinte, clássica citação de Smith:
"não é da boa vontade do padeiro, do açougueiro e do cervejeiro que temos, respectivamente, em nossas mesas o pão, a carne e a cerveja, mas do cuidado que dedicam, cada um, aos seus negócios". (retirado, de: "Investigação sobre a natureza e a causa da Riqueza das Nações").
→ apresentação da questão, retirada da "Teoria dos Sentimentos Morais", de Smith, que defende que o homem não que nada além de ser notado, aprovado, reconhecido, etc.
Para ir além, sugere-se fortemente a leitura da página abaixo, bem como, do material anexo através de Links contidos nela:
::: O Capitalismo :::
terça-feira, 16 de outubro de 2018
Décima sexta aula do 2° semestre:
Conforme informado na última aula, o assunto de hoje seria: o conceito de Socialismo. Então, o professor ministrou aula expositiva dialogada sobre o assunto. Entre outras coisas, foi visto, que:
→ Karl Marx como o "pai" do Socialismo
↓ O embasamento sobre o qual se erguem as ideias de Marx:
→ a filosofia de Hegel
→ a dialética
→ o evolucionismo, de Darwin
→ o fato, mais ou menos aceito entre os comentaristas de Marx, de que ele se achava o "Darwin" da sociologia: os conceitos de alienação e a inexorabilidade da transformação do Capitalismo em Comunismo, mas, antes, passando pelo Socialismo
↓ o conceito de Socialismo como sendo aquela etapa que pretende ser anterior ao Comunismo; aquela etapa onde ainda existem alguns elementos próprios do Capitalismo, mas que, preparam para o surgimento do Comunismo; uma etapa onde ainda existem uma série de elementos próprios do Capitalismo, mas que, depois, serão abandonados, ou até mesmo destruídos, para a ascensão do Comunismo, tais como:
→ Estado
→ Propriedade privada (que no Socialismo pertence ao Estado)
→ Divisão do Trabalho
→ Karl Marx como o "pai" do Socialismo
↓ O embasamento sobre o qual se erguem as ideias de Marx:
→ a filosofia de Hegel
→ a dialética
→ o evolucionismo, de Darwin
→ o fato, mais ou menos aceito entre os comentaristas de Marx, de que ele se achava o "Darwin" da sociologia: os conceitos de alienação e a inexorabilidade da transformação do Capitalismo em Comunismo, mas, antes, passando pelo Socialismo
↓ o conceito de Socialismo como sendo aquela etapa que pretende ser anterior ao Comunismo; aquela etapa onde ainda existem alguns elementos próprios do Capitalismo, mas que, preparam para o surgimento do Comunismo; uma etapa onde ainda existem uma série de elementos próprios do Capitalismo, mas que, depois, serão abandonados, ou até mesmo destruídos, para a ascensão do Comunismo, tais como:
→ Estado
→ Propriedade privada (que no Socialismo pertence ao Estado)
→ Divisão do Trabalho
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
Décima quinta aula do 2° semestre:
Aula expositiva dialogada sobre o conceito de Ideologia.
Tomando por base a leitura do livro "ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009", às páginas 120 e 121, o professor instruiu a respeito do "conceito geral de de ideologia", a respeito do "sentido estrito" de ideologia e a respeito do "conceito marxista" de ideologia.
Para tanto, valeu-se do conceito de alienação, às páginas 69 e 70 do mesmo livro supracitado.
Para se fazer uma retomada, aconselha-se a leitura do material, abaixo, na sequência em que está apresentada:
Tomando por base a leitura do livro "ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009", às páginas 120 e 121, o professor instruiu a respeito do "conceito geral de de ideologia", a respeito do "sentido estrito" de ideologia e a respeito do "conceito marxista" de ideologia.
Para tanto, valeu-se do conceito de alienação, às páginas 69 e 70 do mesmo livro supracitado.
Para se fazer uma retomada, aconselha-se a leitura do material, abaixo, na sequência em que está apresentada:
Fonte: ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009, p. 120.
Fonte: ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009, p. 120.
"ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009, p. 120"
Fonte: ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009, p. 120.
Fonte: ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009, p. 120.
Fonte: ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009, p. 120.
Fonte: ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009, p. 121.
Fonte: ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009, p. 69.
Fonte: ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009, p. 70.
Fonte: ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009, p. 70.
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
Décima quarta aula do 2° semestre:
Aula expositiva dialogada com a conclusão da explicação do conceito de Comunismo.
Foram explicadas as ideias e posicionamentos de Thomas Morus (1478-1535), que emergem de "Utopia".
O professor colocou no quadro magnético o que se depreende da leitura do livro de Morus, assim:
Em uma sociedade comunista não existe:
- modas
- propriedade privada
- exército/ polícia
- moeda
- Estado
- divisão do trabalho
- egoísmo
Houve tempo pára fazer alguns comentários e questionar se, segundo o que estávamos aprendendo, Coréia do Norte, Cuba e China, por exemplo, encaixar-se-iam naquilo que pode ser considerado como Comunismo.
De posse disso, comunicou-se que o assunto da próxima aula, é: O Socialismo.
Foram explicadas as ideias e posicionamentos de Thomas Morus (1478-1535), que emergem de "Utopia".
O professor colocou no quadro magnético o que se depreende da leitura do livro de Morus, assim:
Em uma sociedade comunista não existe:
- modas
- propriedade privada
- exército/ polícia
- moeda
- Estado
- divisão do trabalho
- egoísmo
Houve tempo pára fazer alguns comentários e questionar se, segundo o que estávamos aprendendo, Coréia do Norte, Cuba e China, por exemplo, encaixar-se-iam naquilo que pode ser considerado como Comunismo.
De posse disso, comunicou-se que o assunto da próxima aula, é: O Socialismo.
quinta-feira, 4 de outubro de 2018
Décima terceira aula do 2° semestre:
Aula expositiva dialogada sobre o conceito de Comunismo.
O professor explicou que, na verdade e de fato, o comunismo nunca foi aplicado nas sociedades humanas. A não ser que tomemos a pré-história ou, quem sabe, o neolítico (10.000 a.C) e os Quilombos, onde talvez, vigorou algo bem próximo do que se pode chamar de comunismo de fato.
Em seguida, o professor explicou que em Platão (428/427 a.C. - 348/347 a.C.), especificamente em "A República", já há traços do que viria a ser considerado posteriormente como comunismo.
Nesta esteira, explicou o "Mito da Caverna", fazendo a clássica reflexão de o que deve fazer aquele que se libertou dos grilhões...
Feito isso, explicou o que o, por assim dizer, pai do Comunismo, Thomas Morus (1478-1535), quis dizer, no contexto de sua época, com o livro "Utopia".
O professor explicou que, na verdade e de fato, o comunismo nunca foi aplicado nas sociedades humanas. A não ser que tomemos a pré-história ou, quem sabe, o neolítico (10.000 a.C) e os Quilombos, onde talvez, vigorou algo bem próximo do que se pode chamar de comunismo de fato.
Em seguida, o professor explicou que em Platão (428/427 a.C. - 348/347 a.C.), especificamente em "A República", já há traços do que viria a ser considerado posteriormente como comunismo.
Nesta esteira, explicou o "Mito da Caverna", fazendo a clássica reflexão de o que deve fazer aquele que se libertou dos grilhões...
Feito isso, explicou o que o, por assim dizer, pai do Comunismo, Thomas Morus (1478-1535), quis dizer, no contexto de sua época, com o livro "Utopia".
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
Décima segunda aula do 2° semestre:
Aula expositiva dialogada sobre as "Ideias de Europa", conforme George Steiner, que são:
→ os cafés
→ a paisagem
→ as ruas e as praças
→ a herança judaico-cristã e grega
→ a ideia de fim
Nesta concluiu-se e integrou-se as explicações, com última ideia.
Para ir além, ler as publicações feitas em nosso grupo de estudos fechados do Facebook, clicando, aqui e aqui...
→ os cafés
→ a paisagem
→ as ruas e as praças
→ a herança judaico-cristã e grega
→ a ideia de fim
Nesta concluiu-se e integrou-se as explicações, com última ideia.
Para ir além, ler as publicações feitas em nosso grupo de estudos fechados do Facebook, clicando, aqui e aqui...
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
Décima primeira aula do 2° semestre:
Aula expositiva dialogada sobre as "Ideias de Europa", conforme George Steiner, que são:
→ os cafés
→ a paisagem
→ as ruas e as praças
→ a herança judaico-cristã e grega
→ a ideia de fim
Nesta aula foi dada sequência nas explicações, com as ideias que não puderam serem vistas na aula passada. No entanto só houve tempo para se explanar a respeito da quarta ideia.
Para ir além, ler as publicações feitas em nosso grupo de estudos fechados do Facebook, clicando, aqui e aqui...
→ os cafés
→ a paisagem
→ as ruas e as praças
→ a herança judaico-cristã e grega
→ a ideia de fim
Nesta aula foi dada sequência nas explicações, com as ideias que não puderam serem vistas na aula passada. No entanto só houve tempo para se explanar a respeito da quarta ideia.
Para ir além, ler as publicações feitas em nosso grupo de estudos fechados do Facebook, clicando, aqui e aqui...
terça-feira, 25 de setembro de 2018
Décima aula do 2° semestre:
Aula expositiva dialogada sobre as "Ideias de Europa", conforme George Steiner, que são:
→ os cafés
→ a paisagem
→ as ruas e as praças
→ a herança judaico-cristã e grega
→ a ideia de fim
Nesta aula houve tempo para as explicações referentes às três primeira ideias.
Para ir além, ler as publicações feitas em nosso grupo de estudos fechados do Facebook, clicando, aqui e aqui...
→ os cafés
→ a paisagem
→ as ruas e as praças
→ a herança judaico-cristã e grega
→ a ideia de fim
Nesta aula houve tempo para as explicações referentes às três primeira ideias.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2018
Nona aula do 2° semestre:
Aula na qual, com o auxílio de atlas escolares, os estudantes situaram geograficamente as feições de relevo mais pertinentes da Europa.
A localização relativa dos acidentes geográficos foi feita com base no mapa físico, mapa político e na observação atenta dos mapas.
Para complementar o estudo feito em sala de aula, sugere-se a confrontação do texto elaborado em aula com o mapa abaixo, bem como, a leitura dos conteúdos dos Links, a seguir:
→ Piruneus
→ Alpes
→ Alpes Dináricos
→ Apeninos
→ Pindo
→ Cárpatos
→ Bálcãs
→ Cáucaso (bem como, a "entrada" para o mesmo "verbete", assim: Cordilheira do Cáucaso)
→ Urais
→ Alpes Escandinavos
A localização relativa dos acidentes geográficos foi feita com base no mapa físico, mapa político e na observação atenta dos mapas.
Para complementar o estudo feito em sala de aula, sugere-se a confrontação do texto elaborado em aula com o mapa abaixo, bem como, a leitura dos conteúdos dos Links, a seguir:
→ Piruneus
→ Alpes
→ Alpes Dináricos
→ Apeninos
→ Pindo
→ Cárpatos
→ Bálcãs
→ Cáucaso (bem como, a "entrada" para o mesmo "verbete", assim: Cordilheira do Cáucaso)
→ Urais
→ Alpes Escandinavos
terça-feira, 18 de setembro de 2018
Oitava aula do 2° semestre:
Fala do professor retomando a aula anterior.
Em seguida, aula expositiva dialogada onde se tratou do porquê da variação das marés; as "Fases da Lua".
O professor explicou que a fase lunar, na verdade, é de 27,5 dias, explicou a sincronicidade entre rotação e translação lunares; motivante da "face oculta da lua".
Em seguida, tendo sido bem entendido que o nível zero dos mares e oceanos é também uma média, passou-se a localização feições pertinentes de relevo europeu.
Os estudantes fizeram um pequeno texto situando os Pirineus.
Na aula que vem mais serão feitos.
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
Sétima aula do 2° semestre:
Aula expositiva dialogada, onde se conceituou relevo, evidenciando que o termo se refere à altimetria e à forma. Fez-se, ainda, a devida diferenciação entre altura e altitude, normalmente confundida quando se está a tratar do presente assunto.
Com relação a isso, sugere-se a apreciação do infográfico, abaixo, bem como a leitura, de: "Qual a diferença entre altura e altitude de uma montanha":
O professor comentou, como exemplo e estudo de caso, acerca do marco zero da cidade de Porto Alegre, situado à Praça Montevidéu, o qual possui, em uma de suas faces, como ponto cotado a altitude de 4 metros, bem como, observe-se foto abaixo, a localização absoluta da capital gaúcha.
Com relação a isso, sugere-se a apreciação do infográfico, abaixo, bem como a leitura, de: "Qual a diferença entre altura e altitude de uma montanha":
Fonte: FERNANDES, Luciano. Aos Iniciantes. Blog de Escalada. 29 jan. 2016. Disponível em: <blogdescalada.com>. Acesso em: 12 set., 2018.
O professor comentou, como exemplo e estudo de caso, acerca do marco zero da cidade de Porto Alegre, situado à Praça Montevidéu, o qual possui, em uma de suas faces, como ponto cotado a altitude de 4 metros, bem como, observe-se foto abaixo, a localização absoluta da capital gaúcha.
Fonte: LEBARBENCHON, Hilton. Paralelo 30 graus Sul - Marco Zero - Porto Alegre 240 anos. 18 mar., 2012. Disponível, em: <www.flickr.com>. Acesso em: 12 set., 2018.
terça-feira, 11 de setembro de 2018
Sexta aula do 2° semestre:
Aula na qual, com o auxílio de um atlas escolar, os estudantes identificaram listando os países pelos quais correm os principais rios europeus.
Sugere-se a apreciação do quadro, abaixo:
Sugere-se a apreciação do quadro, abaixo:
#
| Nome do Rio | Compr. (Km) | Foz |
Países
|
| 1 | Volga | 3790 | Mar Cáspio perto de Astrakhan | Rússia |
| 2 | Danúbio | 2857 | Mar Negro perto de Sulina | Roménia, Ucrânia, Moldávia, Bulgária, Sérvia, Croácia, Hungria, Eslováquia, Áustria e Alemanha |
| 3 | Ural | 2428 | Mar Cáspio em Atyrau | Casaquistão, Rússia |
| 4 | Dniepre | 2201 | Estuário de Dniepre-Bug perto de Kherson | Ucrânia, Bielorrússia, Rússia |
| 5 | Don | 1923 | Mar de Azov perto de Azov | Rússia |
| 6 | Pechora | 1809 | Mar de Pechora perto de Naryan-Mar | Rússia |
| 7 | Duína do Norte | 1803 | Baía do Dvina em Severodvinsk | Rússia |
| 8 | Kura | 1364 | Mar Cáspio perto de Neftçala | Azerbaijão, Geórgia, Turquia |
| 9 | Dniestre | 1362 | Mar Negro perto de Bilhorod-Dnistrovskyi | Moldávia, Ucrânia |
| 10 | Elba | 1245 | Mar Frísio perto de Cuxhaven | Alemanha, República Checa |
| 11 | Reno | 1233 | Mar do Norte em Hoek van Holland | Holanda, Alemanha, França, Suíça, Áustria e Liechtenstein |
| 12 | Vístula | 1211 | Mar Báltico perto de Gdańsk | Polónia, Bielorrússia, Ucrânia |
| 13 | Oder | 1045 | Mar Báltico em Świnoujście | Alemanha Polónia |
| 14 | Duína Ocidental | 1020 | Golfo de Riga perto de Riga | Letónia, Bielorrússia, Rússia |
| 15 | Neva | 1010 | Golfo da Finlândia em São Petersburgo | Rússia |
| 16 | Tejo | 1007 | Oceano Atlântico em Lisboa | Portugal, Espanha |
| 17 | Loire | 1006 | Baía da Biscaia em Saint-Nazaire | França |
| 18 | Mezen | 966 | Mar Branco perto de Mezen | Rússia |
| 19 | Ródano | 957 | Golfo de Lyon em Port-Saint-Louis-du-Rhône | França, Suíça |
| 20 | Mosa | 950 | Mar do Norte perto de Hellevoetsluis | Holanda, Bélgica, França |
| 21 | Neman | 914 | Mar Báltico perto de Šilutė | Lituânia, Rússia Bielorrússia |
| 22 | Ebro | 910 | Mar das Baleares perto de Tortosa | Espanha |
| 23 | Kuban | 906 | Mar de Azov perto de Temryuk | Rússia |
| 24 | Douro | 897 | Oceano Atlântico no Porto | Portugal, Espanha |
| 25 | Sena | 875 | Canal da Mancha em Le Havre | França |
| 26 | Guadiana | 829 | Golfo de Cádis perto de Ayamonte e Vila Real de Santo António | Portugal, Espanha |
| 27 | Bug Meridional | 806 | Estuário de Dniepre-Bug perto de Mykolaiv | Ucrânia |
| 28 | Kuma | 802 | Mar Cáspio perto de Lagan | Rússia |
| 29 | Göta älv | 756 | Kattegat em Gotemburgo | Suécia, Noruega |
| 30 | Weser | 751 | Mar Frísio perto de Bremerhaven | Alemanha |
| 31 | Guadalquivir | 722 | Golfo de Cádis em Sanlúcar de Barrameda | Espanha |
| 32 | Pó | 702 | Mar Adriático perto de Porto Tolle | Itália |
| 33 | Onega | 680 | Baía de Onega, em Onega | Rússia |
| 34 | Bolshoy Uzen | 650 | Lagos Kamysh-Samarskiye | Casaquistão, Rússia |
| 35 | Narva | 647 | Golfo da Finlândia perto de Narva | Estónia, Rússia |
| 36 | Maly Uzen | 638 | Lagos Kamysh-Samarskiye | Casaquistão, Rússia |
| 37 | Terek | 623 | Mar Cáspio perto de Kizlyar | Rússia, Geórgia |
| 38 | Glomma | 619 | Estreito de Skagerrak em Fredrikstad | Noruega |
| 39 | Garona | 610 | Estuário de Gironde perto de Bordéus | França |
| 40 | Torne | 565 | Baía de Bótnia em Tornio | Suécia, Finlândia, Noruega |
| 41 | Kymi | 554 | Golfo da Finlândia em Kotka | Finlândia |
| 42 | Kemijoki | 552 | Baía de Bótnia em Kemi | Finlândia |
| 43 | Dalälven | 542 | Mar de Bótnia perto de Gävle | Suécia, Noruega |
| 44 | Maritsa | 515 | Mar Egeu perto de Alexandroupoli | Grécia, Turquia, Bulgária |
| 45 | Júcar | 498 | Mar das Baleares em Cullera | Espanha |
| 46 | Dordonha | 483 | Estuário de Gironde perto de Bordéus | França |
| 47 | Umeälven | 467 | Mar de Bótnia em Umeå | Suécia |
| 48 | Ångerman | 463 | Mar de Bótnia perto de Kramfors | Suécia |
| 49 | Luleälven | 461 | Baía de Bótnia em Luleå | Suécia |
| 49 | Kalixälven | 461 | Baía de Bótnia em Kalix | Suécia |
| 51 | Gauja | 452 | Golfo de Riga perto de Riga | Letónia, Estónia |
| 52 | Ljusnan | 443 | Mar de Bótnia em Söderhamn | Suécia |
| 53 | Skellefteälven | 440 | Baía de Bótnia em Skellefteå | Suécia |
| 54 | Chorokhi | 438 | Mar Negro perto de Batumi | Geórgia, Turquia |
| 55 | Lower Vyg | 436 | Mar Branco perto de Belomorsk | Rússia |
| 55 | Adige | 436 | Mar Adriático perto de Chioggia | Itália |
| 57 | Indalsälven | 430 | Mar de Bótnia perto de Sundsvall | Suécia |
| 58 | Ponoy | 426 | Mar Branco | Rússia |
| 59 | Kem | 422 | Mar Branco perto de Kem | Rússia |
| 60 | Oulujoki | 420 | Baía de Bótnia em Oulu | Finlândia |
| 61 | Struma | 415 | Mar Tirreno em Amphipolis | Grécia, Bulgária |
| 62 | Tiber | 405 | Mar Tirreno em Ostia | Itália |
| 63 | Piteälven | 402 | Baía de Bótnia em Piteå | Suécia |
| 64 | Ljungan | 399 | Mar de Bótnia perto de Sundsvall | Suécia |
| 65 | Vardar | 393 | Mar Egeu perto de Thessaloniki | Grécia, Macedónia |
| 66 | Bojana | 384 | Mar Adriático perto de Ulcinj | Albânia, Montenegro, Kosovo e Macedónia |
| 67 | Luga | 383 | Golfo da Finlândia em Ust-Luga | Rússia |
| 68 | Charente | 381 | Baía da Biscaia perto de Rochefort | França |
| 69 | Ems | 371 | Mar Frísio perto de Delfzijl | Alemanha, Holanda |
| 70 | Tana | 366 | Mar de Barents perto de Tana Bru | Noruega, Finlândia |
| 71 | Minho | 361 | Oceano Atlântico perto de Caminha | Espanha, Portugal |
| 71 | Sulak | 361 | Mar Cáspio perto de Makhachkala | Rússia, Geórgia |
| 73 | Paatsjoki | 360 | Mar de Barents perto de Kirkenes | Noruega, Rússia, Finlândia |
| 73 | Scheldt | 360 | Mar do Norte perto de Flushing | Holanda, Bélgica, França |
| 73 | Tamisa | 360 | Mar do Norte perto de Southend-on-Sea | Grã-Bretanha |
| 76 | Numedalslågen | 356 | Estreito de Skagerrak em Larvik | Noruega |
| 77 | Severn | 354 | Canal de Bristol perto de Severn Beach | Grã-Bretanha |
| 78 | Kuloy | 350 | Mar Branco perto de Dolgoshchelye | Rússia |
| 79 | Venta | 346 | Mar Báltico em Ventspils | Letónia, Lituânia |
| 80 | Pregolya | 336 | Mar Báltico perto de Kaliningrado | Rússia, Polónia |
| 81 | Rioni | 327 | Mar Negro perto de Poti | Geórgia |
| 82 | Kovda | 325 | Golfo de Kandalaksha | Rússia, Finlândia |
| 82 | Segura | 325 | Mar Mediterrâneo em Guardamar del Segura | Espanha |
| 84 | Tuloma | 320 | Mar de Barents perto de Murmansk | Rússia, Finlândia |
| 85 | Yeya | 313 | Mar de Azov perto de Yeysk | Rússia |
| 86 | Korotaikha | 310 | Mar Pechora | Rússia |
| 86 | Iijoki | 310 | Baía de Bótnia em Li | Finlândia |
| 86 | Lielupe | 310 | Golfo de Riga perto de Jūrmala | Letónia, Lituânia |
| 89 | Drammenselva | 310 | Estreito de Skagerrak em Drammen | Noruega |
| 89 | Adour | 308 | Baía da Biscaia em Bayonne | França |
| 91 | Norrström | 307 | Mar Báltico em Estocolmo | Suécia |
| 92 | Trent | 298 | Estuário de Humber perto de Scunthorpe | Grã-Bretanha |
| 93 | Haliacmon | 297 | Mar Egeu perto de Thessaloniki | Grécia |
| 94 | Kara | 289 | Mar de Kara perto de Ust-Karsk | Rússia |
| 95 | Chelbas | 288 | Mar de Azov perto de Primorsko-Akhtarsk | Rússia |
| 96 | Motala ström | 285 | Mar Báltico em Norrköping | Suécia |
| 97 | Seman | 281 | Mar Adriático perto de Fier | Albânia |
| 98 | Turia | 280 | Mar das Baleares em Valência | Espanha |
| 99 | Skien | 273 | Estreito de Skagerrak perto de Porsgrunn | Noruega |
| 100 | Aoös | 272 | Mar Adriático perto de Vlorë | Albânia, Grécia |
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16ª AULA: O ESPÍRITO DO RUBEM BERTA - COHAB ZONA NORTE!
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INSTRUÇÃO: LEIA O TEXTO ABAIXO, BEM COMO, OBSERVE ILUSTRAÇÕES E MAPA. AO FINAL DO MESMO, FAÇA O QUE SE PEDE: APÓS A LEITURA DO TEXTO, RESPON...
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