quarta-feira, 25 de julho de 2018

Trigésima quarta aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre o espírito europeu, segundo o pensamento de George Steiner, retirado de "La Idea de Europa", a saber

- os cafés
- as ruas e as praças
- a paisagem
- a herança judaico-cristã e grega
- a ideia de fim

Nesta aula a última ideia foi estudada.

Trigésima terceira aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre o espírito europeu, segundo o pensamento de George Steiner, retirado de "La Idea de Europa", a saber

- os cafés
- as ruas e as praças
- a paisagem
- a herança judaico-cristã e grega
- a ideia de fim

Nesta aula a penúltima aula foi vista.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Trigésima segunda aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre o espírito europeu, segundo o pensamento de George Steiner, retirado de "La Idea de Europa", a saber

- os cafés
- as ruas e as praças
- a paisagem
- a herança judaico-cristã e grega
- a ideia de fim

Nesta aula a terceira ideia foi estudada.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Trigésima primeira aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre o espírito europeu, segundo o pensamento de George Steiner, retirado de "La Idea de Europa", a saber

- os cafés
- as ruas e as praças
- a paisagem
- a herança judaico-cristã e grega
- a ideia de fim

Nesta aula a ideia segunda foi explicada.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Trigésima aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre o espírito europeu, segundo o pensamento de George Steiner, retirado de "La Idea de Europa", a saber

- os cafés
- as ruas e as praças
- a paisagem
- a herança judaico-cristã e grega
- a ideia de fim

Nesta aula foi explorada a primeira ideia.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Vigésima Sétima aula do semestre!

Aula na qual, através da dinâmica da Roda de Leitura, como na aula passada, estudantes e professor leram, juntos, a obra escolhida para este semestre letivo, a saber: KONIG, Nanette Blitz. Eu sobrevivi ao holocausto: o comovente relato de uma das ultimas amigas vivas de Anne Frank. São Paulo: Universo dos Livros, 2015.

Os elementos que foram dialogados, foram:

→ a jovem Nanette e sua busca pelo primeiro emprego: a preparação (estudo) e a determinação da jovem com relação ao seu "destino"
→ o sionismo
→ como eram tratados os judeus na Inglaterra: 


O rapaz em questão [futuro esposo de Nanatte] também era judeu, e seu nome era John Konig. John, de família húngara, imigrou para a Inglaterra com os pais em 1935. Em 1939 a família de John foi convidada a se retirar do país – ordem que a família não acatou. Eles poderiam não ser muito bem-vindos,  as, pelos menos, não foram deportados para um campo de concentração.

→ a difícil migração para o Brasil de Nanette e de seu esposo, Jhon Konig: os traços antissemitas de Getúlio Vargas
→ o projeto que culminou no livro "Os colegas de Anne Frank" (que foi sugerido como leitura adicional para os estudantes, além, é claro, do "Diário de Anne Frank")
→ a mensagem de Nanette aos jovens, que frequentemente têm a sensação de que tudo o que está sendo narrado no livro ficou há muitíssimo tempo, no "túnel do tempo", o que, no entanto, não é verdade, pois desde então, só se passaram 73 anos.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Vigésima Sexta aula do semestre!

Aula na qual, através da dinâmica da Roda de Leitura, estudantes e professor leram, juntos, a obra escolhida para este semestre letivo, a saber: KONIG, Nanette Blitz. Eu sobrevivi ao holocausto: o comovente relato de uma das ultimas amigas vivas de Anne Frank. São Paulo: Universo dos Livros, 2015.

Nesta aula foi dialogado sobre os seguintes elementos relativos ao holocausto e Segunda Guerra Mundial:

→ a derrocada alemã nazista
→ suicídio de Hitler e sua esposa, Eva Braun, em 30 de abril, de 1945
→ o Hongerwinter holandês, de 1944
→ os traumas e consequências físicas após a libertação de Bergen-Belsen
→ a confirmação da morte da mãe e do irmão de Nanette
→ as condenações (pena de morte (forca)) de Josef Kramer e Irma Grese
→a incrível mensagem para a vida dos jovens estudantes que pode ser encontrada na seguinte passagem:


Eu fiquei realmente deprimida com a minha situação, mas logo percebi que aquilo em nada me adiantaria: ficar me lamentando da vida e de tudo que aconteceu comigo não ia resolver meus problemas. Além disso, quem iria querer uma órfã louca no mundo? Certamente, não conseguiria me readaptar agindo dessa forma. Foi assim que logo me recuperei e decidi que não iria assumir o papel de pobre coitada, vítima das circunstâncias do mundo. Eu já tinha sobrevivido, apesar de tudo, não me daria por vencida e seguiria lutando para conseguir retomar o controle sobre meu destino. Afinal, apesar de ter perdido a minha adolescência e a minha família, eu ainda era uma jovem de 16 anos. 
→ como o governo holandês agiu com os sobreviventes
→ a visita de Otto Frank, o pai de Anne Frank à Nanette
→ o que os relatos de sobreviventes de campos de prisioneiros japoneses davam conta: "os japoneses foram tão brutais quanto os nazistas".
→a demora na recuperação da saúde de Nanette, que demonstra o quão brutais foram os tratamentos que ela recebeu: 


Minha alimentação foi alterada para sempre devido às privações em Bergen-Belsen: até hoje não posso comer massas, churrasco, pãezinhos e nenhum alimento em grande quantidade. Mais tarde, fiz uma cirurgia nos joelhos, e alguns médicos disseram que o problema que eu tinha era devido a uma má-formação de ossos acarretada pelo desenvolvimento inadequado em uma idade que é tão crucial para o crescimento de um ser humano.
→ o contexto e as características da migração da Holanda para a Inglaterra

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Vigésima Quinta aula do semestre!

Aula na qual, tentando fazer uma associação entre o que está sendo estudado no livro de Nanette König, "Eu Sobrevivi ao Holocausto", realizou-se uma atividade de leitura e interpretação de texto no livro didático, que versava sobre Direitos Humanos
Integração da atividade do dia 18 de jun..

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Vigésima Quarta aula do semestre!

Aula na qual o professor ministrou aula expositiva dialogada sobre política, utilizando-se, para isso do livro, "ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009", às páginas 267 e 270, respectivamente, como se pode ver, abaixo:





Em se tratando do segundo parágrafo, no que tange ao "sentido pejorativo" da política, o professor leu para os estudantes o texto "analfabeto político", de Bertolt Brecht, que pode ser lido, abaixo:  

O analfabeto político
O pior analfabeto, é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, não participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
O preço do feijão, do peixe, da farinha
Do aluguel, do sapato e do remédio
Depende das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que
Se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política.
Não sabe o imbecil,
Que da sua ignorância nasce a prostituta,
O menor abandonado,
O assaltante e o pior de todos os bandidos
Que é o político vigarista,
Pilantra, o corrupto e o espoliador
Das empresas nacionais e multinacionais.

Foi refletido sobre a relação entre política poder, explicando e instruindo, sobre:

- poder, força violência
- autoridadecoerção e persuasão  
- instituições políticas
- tirania: em relação à "tirania", o professor falou a respeito da separação dos três poderes ("instituições políticas"): legislativojudiciário e executivo

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Vigésima Terceira aula do semestre!

Aula na qual os estudantes trabalharam na elaboração da autoavaliação, a saber:


Autoavaliação:
O semestre letivo está chegando ao seu final. Então, elabore a sua autoavaliação, respondendo:1) Fui frequente?
2)  Fui pontual?
3) Estudei? Li meu caderno, pesquisei no “blog”, no “grupo doFace” ou no “Grupo de Whatsapp"? Estou entendendo?
4) O que estamos estudando? Faça uma lista.
5) Como eu avalio a forma das aulas?
6) Como eu avalio o professor?

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Vigésima Segunda aula do semestre!

Aula na qual, tentando fazer uma associação entre o que está sendo estudado no livro de Nanette König, "Eu Sobrevivi ao Holocausto", realizou-se uma atividade de leitura e interpretação de texto no livro didático, que versava sobre Direitos Humanos

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Vigésima Primeira aula do semestre!

Aula na qual foi dada sequência à leitura do livro que está servindo de base para que se estude o continente europeu, a saber: "Eu Sobrevivi ao Holocausto", de Nanette König.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Vigésima aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre o Espírito da Europa, com base em "A Ideia de Europa", de George Steiner.

> o cafés
> a paisagem
> as ruas e as praças
> a herança judaico-cristã e grega
> a ideia de fim

Foi solicitado que os estudantes elaborassem um texto com as ideias desenvolvidas durante a aula.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Décima Nona aula do semestre!

Através da dinâmica da Roda de Leitura foi dada sequência na leitura da obra.

Nesta aula, foram vistos os seguintes elementos:

- o gás Cyclon-B
- os "campos" de "concentração" e extermínio: Sobibor e Auschwitz-Birkenau
- como eram "distribuídos" os prisioneiros
- as condições das instalações do campo de Bergen-Belsen 

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Décima Oitava aula do semestre!

Nesta aula, como na seguinte, a leitura da obra que está sendo estudada será interrompida para que alguns outros conteúdos sejam estudados.

Deste modo, procedeu-se com expositiva dialogada sobre o situar geograficamente: elaborar a localização relativa de países europeus.

Feita a explicação, os estudantes passaram a elaborar seus próprios textos com o objetivo de situar geograficamente alguns países europeus.




segunda-feira, 14 de maio de 2018

Décima Sétima aula do semestre!

Nesta aula, utilizando-se da mesma dinâmica da aula passada, concluiu-se mais o capítulo dois "Futuro Incerto", e, praticamente o terceiro, "As Primeiras Impressões de Bergen-Belsen".

Os tópicos analisados, foram:

- os soldados da SS
- a arianismo e a pseudociência da eugenia 
- as paisagens bucólicas do norte da Alemanha em contraste com Bergen-Belsen

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Décima Sexta aula do semestre!

Baseado ainda na dinâmica da Roda de Leitura, professor e alunos leram dando continuidade ao estudo da obra escolhida.

Nesta aula adentrou-se nos seguintes temas:

- O escrito "Minha Luta" (Mein Kampf), de Hitler
- Os guetos e o aspaço geográfico que eles perfaziam
- Os "Conselhos Judaicos"
- A segregação espacial que eram impostas aos judeus (transportes públicos, teatros, escolas, parques públicos, cinemas e comércios)
- A amizade da autora (Nanette) com Anne Frank

Com isso, o capítulo dois foi praticamente encerrado.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Décima Quinta aula do semestre!

Aula onde se deu sequência à atividade feita na última aula.

Do mesmo modo, à medida em que a leitura ia avançando, o professor ia chamando atenção para os pontos mais importantes, explicando para aclarar o que a autora holandesa queria dizer, bem como retirando dúvidas e aprofundando as questões.

Foi explicado a respeito da Linha Maginot e do porque de Hitler ter atacado os Países Baixos (Holanda), contornando a mencionada defesa francesa. O professor falou também de como os franceses achavam altamente improvável um ataque desde a Floresta de Ardenas, região onde os tanques alemães, por razões geográficas, não teriam muita mobilidade.

Foi dado o conceito de Führer, de Luftwaffe e de Blitzkrieg.  

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Décima Quarta aula do semestre!

Aula na qual, através da dinâmica da Roda de Leitura, estudantes e professor leram, juntos, a obra escolhida para este semestre letivo, a saber:

KONIG, Nanette Blitz. Eu sobrevivi ao holocausto: o comovente relato de uma das ultimas amigas vivas de Anne Frank. São Paulo: Universo dos Livros, 2015.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Décima Segunda aula do semestre!

O professor concluiu a correção das perguntas passadas na "Terceira Aula do Semestre", a saber:

16) O que é um mapa?
17) O que escala?

As correções ficaram mais ou menos assim:

16) A noção de mapa apresentada foi a clássica, a saber: "um mapa é um produto da Cartografia, um misto, portanto, de ciência e arte. O mapa é uma representação da realidade, do espaço geográfico.

Em seguida, no entanto, foi proposta uma conceituação mais política acerca do mapa, a saber: "o mapa é sempre uma mentira ("How to lie with maps" (Mark Monmonier)).

17) Escala é a relação de proporção entre o terreno e o mapa. Na sua representação numérica, é composta por um numerador e por um denominador; na sua forma gráfica, é composta por um segmento de reta que informa quantos quilômetros, no mapa, equivale cada centímetro (ou outra unidade de medida, como o milímetro)



Após a conclusão dos assuntos acima citados, o professor marcou uma avaliação sem consulta com o conteúdo visto até aqui. 

A prova será no dia 25 de abr..

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Décima Primeira aula do semestre!

Nesta aula o professor fez os acertos para a leitura do presente semestre letivo.

As obras escolhidas, foram:

- JUNCKER, Jean-Claude. Livro Branco Sobre o Futuro da Europa: reflexões e cenários para a UE-27 em 2025. Bruxelas: Comissão Europeia. 2017.

- KONIG, Nanette Blitz. Eu sobrevivi ao holocausto: o comovente relato de uma das ultimas amigas vivas de Anne Frank. São Paulo: Universo dos Livros, 2015.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Décima aula do semestre!

Nesta aula, o professor levou os alunos para a rua, e, à noite, com a presença das estrelas, conduziu uma aula expositiva dialogada sobre as constelações. Para apontar tais e quais estrelas o professor estava se referindo, o educador de utilizou de um laser com o feixe de luz verde.

Foram apresentadas as constelações de Orion, na qual se pode identificar as "Três Marias", e, a constelação do Centauro, na qual se identifica o "Cruzeiro do Sul". O professor fez os devidos comentários acerca de como, os portugueses e espanhóis utilizavam-se desta última constelação para localizar o sentido sul.

Em seguida, o professor concluiu a explicação acerca de o que é latitude e o que é longitude; as questões 13 ("treze") e 14 ("quatorze"), da "terceira aula do semestre".

Passou a diante, inclusive, corrigindo a questão de número 15 ("quinze"), sobre a Lua, o Satélite Natural da Terra.

Com o auxílio de um aluno, o professor explicou que a Lua executa a sua translação em torno da Terra ao mesmo tempo em que executa a sua rotação, bem como, as suas fases (nova, crescente, cheia e minguante).

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Nona aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre a longitude, a questão de número 14 ("quatorze"), passada na "terceira aula do semestre", assim:

14) A longitude é a distância em relação à linha de Greenwich. É dada em ângulos e pode ir até 180º para leste e até 180º para oeste. é medida sobre um meridiano, mas é dada por um arco de paralelo

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Oitava aula do semestre!

Aula expositiva dialogada para explicar as questões 12 (doze) e 13 ("treze"), passadas na "terceira aula do semestre", a saber:

12) A forma da Terra é o geoide.

13) Latitude é a distância em relação à linha do Equador. É dada em ângulos e pode ir até 90º norte ou 90º sul. É medida sobre um paralelo, mas é dada por um arco de meridiano.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Sexta aula do semestre!

O professor retomou a aula passada e deu sequencia às correções das questões, como segue:

A resposta da questão 4, das 17 passadas na terceira aula, ficou, assim:

4) A diferença principal foi o objetivo da colonização levada a cabo nas diferentes "américas"; enquanto a América Latina foi colonizada com o objetivo da exploração; a América Anglo-Saxônica, foi colonizada com o objetivo do povoamento.

5) O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é, como o nome já expressa, um índice. Índice, termo que advém do latim (index), é aquilo que indica, que aponta para. Assim, o IDH é indicador que aponta para as condições socioeconômicas de um país quanto ao desenvolvimento.

O IDH é por três outros dados, ou ainda taxas que, por sua vez, também são indicadores, a saber:

- Educação: a taxa de analfabetismo

- Economia: renda per capta


O cálculo do IDH gera um indicador que vai de 0 ("zero") a 1 ("um"); quanto mais próximo do 0, menos desenvolvido é um país; quanto mais próximo do 1, mais desenvolvidos.

Há uma escala que considera a gradação do desenvolvimento, do seguinte modo:

- Muito Alto
- Alto
- Médio
- Baixo

Assim, exemplo:

Muito Alto:
 Noruega0,949
Alto:
 Brasil0,754
Médio:
 Paraguai0,693
Baixo:
O países acima citados estão, respectivamente, na posição 1ª, 79ª, 110ª e 188ª, de um ranking de 188 países. 

Em relação ao Brasil, digno de nota é que ele está atrás de Barbados (0,795 (54º)), Uruguai (0,795 (54º)), Bahamas (0,792 (58º)), Panamá (0,788 (60º)), Antígua e Barbuda (0,786 (62º)), Costa Rica (0,776 (66º)), Cuba (0,775 (68º)), Venezuela (0,767 (71º)), São Cristóvão e Névis (0,765 (74º)) e México (0,762 (77º)), isso para serem citados os países da América Latina. 

6) A Taxa de Mortalidade Infantil é o número de nascidos vivos que morrem antes de completarem 1 ("um") ano de vida, a cada mil nascimentos, por ano. 
Esta taxa é representada por um número, por exemplo, assim:


Note-se que o símbolo acima é diferente, deste %. Ou seja, não se trata de uma porcentagem, mas de um número que leva em consideração os nascimento a cada 1000 (por mil).

Então, o exemplo acima deve ser escrito por extenso ou lido, assim: "Cento e vinte e dois por mil".

Para ir além, é interessantíssimo ler o seguinte artigo: "Fatores de erros na mensuração da mortalidade infantil"

O aspecto da aula, com relação ao que foi colocado pelo professor no quadro de giz, é reproduzido pela fotografia baixo:


quinta-feira, 29 de março de 2018

Quinta aula do semestre!

O professor retomou a aula passada e passou a concluir a explicação a respeito da Transição Demográfica. O professor explicou o gráfico assumindo que a transição tem três etapas. Mas, há fontes que analisam a transição em quatro ou até cinco etapas.

Para os estudantes retomarem e aprofundarem, é disponibilizado o texto abaixo, que complementa o da aula passada, mas que analisa a transição em duas etapas:

"A transição demográfica se efetua em duas etapas. Para explicar, usaremos o exemplo europeu.

Europa

Até a metade do século XVIII, a expectativa de vida é de 25 a 30 anos aproximadamente. Como a mortalidade infantil é muito elevada, são necessários seis ou sete filhos por mulher para assegurar a reposição das gerações. A população só aumenta nos períodos prósperos, que são anulados pelos períodos de miséria e epidemias.


1ª etapa. A partir da segunda metade do século XVIII e no início do século XIX, a mortalidade regride em razão do desenvolvimento econômico, dos progressos da alimentação, da medicina e da higiene. Nesse primeiro período, a natalidade se mantém ou aumenta, o que produz a explosão demográfica. Na Europa do século XIX, i crescimento natural é de 10 a 15 por 1000.

2ª etapa. Corresponde à diminuição da natalidade, que chega mais tardiamente por razões culturais e religiosas. As francesas adotaram métodos contraceptivos (início do século XIX), quase um século antes do resto do continente.

Hoje, na Europa, a expectativa de vida se aproxima dos 80 anos e o número de filhos por mulher mal chega a dois.

"Países em Desenvolvimento"

Fora da Europa e da América do Norte, a transição demográfica iniciada a partir dos anos 1950 ocorre muito mais depressa e com mais amplitude.

Logo após o término da Segunda Guerra Mundial, os progressos no combate as doenças infecciosas e parasitárias são postos em prática por programas organizados com a colaboração da Organização Mundial da Saúde (OMS). Nos países do Terceiro Mundo, a expectativa de vida passa de 30 a 50 e até mesma a 60 anos, enquanto a fecundidade continua elevada (de sete a oito filhos por mulher), produzindo aumentos que podem passar de 30 por 1000. É a chamada "explosão do Terceiro Mundo", pois de 1950 a 1987 a população mundial duplica, passando de 2,5 bilhões para 5 bilhões.

No presente, o declínio da fecundidade é um fato em todo o planeta. Porém, enquanto os europeus levaram quase dois séculos para passar de seis a pouco menos de dois filhos por mulher, na China, por exemplo, essa mudança se deu em trinta anos (1960-1990). Com uma expectativa de 70 anos ao nascer, hoje esse país se aproxima dos padrões europeus.

Atualmente, a Índia, a Indonésia e a maioria dos países da América Latina estão a meio caminho da transição demográfica. Os menos adiantados (PMA) são os países da África e alguns países islâmicos.


A Transição Demográfica na China

Nos países desenvolvidos a transição demográfica se estendeu por dois séculos e terminou na primeira metade do século XX.

Nos países em desenvolvimento, ela teve início depois da Segunda Guerra Mundial,como se vê aqui em relação à China, que limitou, de forma autoritária, o número de filhos a um ou dois por casal, ao mesmo tempo que os processos sanitários permitiram a redução da mortalidade e o aumento da expectativa e vida.

Uma Grade de Leitura?

Nos anos de 1930, o francês Adolphe Landry expõe esse esquema da evolução da população europeia qualificando-o de "revolução demográfica". A expressão demographic transition é inventado depois da Segunda Guerra por autores americanos (Frank Notestein, Kingsley Davis) que a aplicam aos países em desenvolvimento para formular hipóteses sobre seu futuro demográfico.

O fim dessa transição marcaria o encerramento de um processo histórico - que se tornou, para os demógrafos, uma verdadeira grade de leitura - que permite prever a estabilização geral da população mundial por volta de 2050 e um mundo em que a expectativa de vida chegaria ao teto de 85 anos e a fecundidade, a dois filhos por mulher.

Entretanto, dois novos fenômenos podem abalar essas previsões: a explosão da Aids na África, e a crise sanitária no Leste Europeu e da antiga URSS."

(Fonte: DORTIER, Jean-François. TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA. In: DORTIER, Jean-François. Dicionário de Ciências Humanas. Tradução Márcia Valéria Martinez de Aguiar. São Paulo: Editora WMF e Martins Fontes, 2010, 730 p., p. 624).

segunda-feira, 26 de março de 2018

Quarta aula do semestre!

Como ocorreu de alguns alunos novos entrarem na turma, o professor fez fala de apresentação, explicou sobre o presente espaço e sobre o grupo de estudos fechado do Facebook.

Em seguida, aproveitando para integrar isso às noções iniciais do semestre, o professor comentou a pesquisa que coloca o Brasil como o 2º país com menos noção da própria realidade (a pesquisa na íntegra está :::aqui:::). O professor fez isso no sentido de explicar para os estudantes acerca da importância da Geografia como área do saber humano capaz de contribuir, em muito, para que eles tenham noções cada vez menos ingênuas fantasiosas acerca da realidade local (cidade), regional (Estado), nacional (país) e global (mundo).

Feito isso, o professor passou a concluir a explicação da questão 1 (um), já iniciada na aula passada, bem como, das questões 2 3, também passadas no quadro magnético na última aula. As resposta ficaram assim:

1) O que torna a América um continente de enormes contrastes, ou ainda, um continente de grande exclusão entre ricos e pobres é tão somente o fato de uma delas; a América Latina, ter sido colonizada com o objetivo de exploração; enquanto a outra, a América Anglo-Saxã, ter sido colonizada com o objetivo de povoamento.

2) Obs.: a conceituação feita logo abaixo está mais aprofundada do que a feita em sala de aula. Faz-se isso para que os estudantes tenham a oportunidade de pesquisar e detalhar seus estudos, assim, tem-se que:

"A pirâmide de idade foi inventada em 1870 pelo diretor censo demográfico americano, Francis Walker (1840-1897). Essa representação gráfica mostra a distribuição populacional de acordo com a faixa de idade e sexo. Dois histogramas, um para os homens e um para as mulheres, são representados lado a lado. Os efetivos situam-se no eixo horizontal e as idades no eixo vertical.

Reúnem-se assim, assim, as gerações, isto é, o conjunto de pessoas nascidas no mesmo ano.
A pirâmide de idade permite reconstruir em escala populacional as tendências (classes vazias, classes cheias) e os acidentes demográficos (guerras, fomes...).

A história do século XX pode ser lida através da seguinte pirâmide:

- o topo ainda é recortado pelos vestígios da Primeira Guerra Mundial: o vazio 1914-1919 mostra o déficit dos nascimentos;
- a Guerra de 1939-1945 também é marcada por um recorte;
- o ano de 1946 e os seguintes formam um inchaço: é a chegada do baby-boom, perceptível até 1974;
- a partir de 1975, aparecem algumas flutuações, entre as quais uma baixa no período 1993-1994: 700 mil nascimentos por ano contra 850 mil no ano anterior. Desde então, a natalidade vem obtendo um leve crescimento, e a base da pirâmide parou de encolher."


(Fonte: DORTIER, Jean-François. PIRÂMIDE DE IDADE. In: DORTIER, Jean-François. Dicionário de Ciências Humanas. Tradução Márcia Valéria Martinez de Aguiar. São Paulo: Editora WMF e Martins Fontes, 2010, 730 p., p. 492).

3) Obs.: este conceito foi somente introduzido nesta aula. A explicação mais detida será feita na próxima aula: 

"A transição demográfica traduz a passagem de um regime demográfico antigo, em que a mortalidade e a natalidade são elevadas, para outro em que a mortalidade e a natalidade declinaram.

No início e no final desse processo, o crescimento natural é pouco elevado, mas no seu decorrer a população aumenta intensamente. Na Europa, ela ocorreu a partir da metade do século XVIII para terminar nas décadas de 1930-1940. Nos países em desenvolvimento, ela ocorreu a partir dos anos 1960.". [CONTINUA...] (Fonte: DORTIER, Jean-François. TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA. In: DORTIER, Jean-François. Dicionário de Ciências Humanas. Tradução Márcia Valéria Martinez de Aguiar. São Paulo: Editora WMF e Martins Fontes, 2010, 730 p., p. 624).

quinta-feira, 22 de março de 2018

Terceira aula do semestre!

O professor retomou a aula anterior e suas importantes noções

Em em seguida, explicou que passaria no quadro magnético uma série de questões que tinham por objetivo, fazer uma sondagem, ou ainda, verificar o que os estudantes haviam retido dos semestres anteriores. As questões foram as seguintes:

1) Por que existe uma América "rica" e uma América "pobre":
2) O que é uma pirâmide etária?
3) O que é a chamada transição demográfica?
4) Diferencia os processos de colonização da América Anglo-Saxônica e da América Latina.
5) Conceitue IDH.
6) O que é taxa de mortalidade infantil?
7) Quais são os fatores que levam as pessoas a migrarem?
8) Que tipos de migração existem?
9) Qual é a teoria que melhor explica a formação do Universo?
10) Quais são os movimentos da Terra? O que eles ocasionam?
11) Qual é o nome dado à forma da Terra?
12) Qual é a estrutura interna da Terra? 
13) O que é latitude?
14) O que é longitude?
15) Qual é o satélite natural da Terra?
16) O que é um mapa?
17) O que escala?

O professor deu tempo para que os estudantes tentassem responder à algumas das questões. Em seguida, passou à explicação das mesmas. 

Durante a resposta e explicação da questão de número um, o professor fez a devida distinção de o que é "riqueza"/ "pobreza" e "desenvolvimento", ou ainda, de o que é "riqueza natural"/ "recursos" e "desenvolvimento socioeconômico". Falou do contexto e problemas existentes nos EUA, bem como, da posição econômica daquele país. Fez isso também para o caso do Brasil.

Sobre isso, para ir além, é interessante ver os vídeos abaixo:









segunda-feira, 19 de março de 2018

Segunda aula do semestre!

Na segunda aula do semestre, como é comum de acontecer, muitos alunos que haviam faltado à aula anterior, apareceram, bem como, alguns alunos novos entraram na turma.

Assim, o professor repetiu o que havia falado acerca das combinações em termos de "regras de convivência", "método de trabalho" e de "avaliação" ao longo do semestre.

Falou do espaço de estudo fechado do Facebook e do presente blog.

Em seguida, o professor retomou a aula passada, falando das noções de Nietzsche sobre Educação, retiradas do livro "Escritos sobre Educação", do filósofo alemão.

À noção acima o professor chamou de "noção 1" ou "ideia-força 1", para designar uma ideia forte que pode ser usada pelo aluno ao longo de toda a sua vida estudantil.

Feito isso, o professor apresentou, através de aula expositiva dialogada, uma outra noção ("noção 2" ou "ideia-força 2"), retirada do livro "O Conde de Monte Cristo", de Alexandre Dumas (1802-1870), a saber: a ideia de que tudo, qualquer coisa pode ser retirada de um homem, menos a sua liberdade.

Para acrescentar a noção acima, o professor narrou e contextualizou o diálogo entre os personagens Abade Faria (que, ao que tudo indica, foi inspirado em uma sacerdote que realmente existiu) e Edmond Dantès, diálogo no qual emerge a noção acerca do conhecimento como aquele algo mais importante e mais sublime para a vida de uma pessoa.

Nesta turma, o professor citou o filme "Mãos Talentosas" ("Gifted Hands: The Ben Carson Story"), que conta a vida de Ben Carson, dando ênfase à mãe de Ben, a Sra. Sonya Carson, que não sabia ler nem escrever, mas que, mesmo assim, soube Educar Ben e seu irmão Curtis, contribuindo fortemente para que eles se tornassem, respectivamente, um neurocirurgião e um engenheiro.

Nesta turma também alguns alunos reconheceram a trama narrada, como sendo uma "cópia" foita por Walcyr Carrasco, autor da novela da Rede Globo, "O Outro Lado do Paraíso". Porém, já se sabe que, hoje em dia, ele já admite isso.

quarta-feira, 14 de março de 2018

Primeira aula do semestre!

Hoje foi a primeira aula do semestre!

Os alunos foram levados à sala de multimeios, e, lá, receberam as instruções iniciais acerca do funcionamento da escola. Instruções dadas pela Coordenadora Angélica.

Em seguida, em folha de papel papel kraft, os alunos responderam à quatro questões, a saber:

i) Como eu vejo a escola?
ii) Que contribuições eu pretendo dar à escola?
iii) Que trabalho pretendo ter?
iv) Como me vejo, no futuro, dentro de cinco anos?

As respostas serão transferidas para um folha de papel e serão trabalhadas, posteriormente, em sala de aula com as respectivas turmas.

Em seguida, os alunos foram levados para a sala de aula.

Em sala de aula, o professor se apresentou e fez uma fala no sentido de instigar os alunos a não desistirem de estudar. 

Falou sobre os objetivos do "grupo de estudos fechado", do Facebook, da T6 e do presente blog.

Feito isso, refez as questões anteriormente trabalhadas, assim: "Por que, afinal, eu estudo?". Os alunos tinham três minutos para responderem à questão em seus cadernos.

Em seguida, o professor fez uma identificação listada das respostas dos alunos no quadro branco.

De posse disso, o professor introduziu o conceito trabalhado no livro "Escritos sobre Educação", de Friedrich Nietzsche (1844-1900), que versa sobre um problema identificado pelo filósofo alemão em seu tempo, a saber: o fato de que as pessoas estavam estudando para o Estado.

Segundo Nietzsche, as pessoas não deveriam estudar para o Estado, mas sim "para si mesmas".

Atualizando o pensamento de Nietzsche, poderíamos dizer que, hoje, as pessoas estudam para o Mercado, quando, o melhor seria que estudassem para elas mesmas.

As noções serão retomadas na próxima aula.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Nota de Criação

O presente blog foi criado em janeiro de 2018.

Mesmo de férias, o professor já estava pensando em um espaço que pudesse servir para o registro dos semestres letivos vindouros...

Caro estudante,

faça bom proveito deste espaço!!!

Att,

Prof. Donarte.

16ª AULA: O ESPÍRITO DO RUBEM BERTA - COHAB ZONA NORTE!

Com base nas duas últimas aulas, os estudantes foram convidados a identificares cinco ideias que tivessem a ver com as ideias do bairro Rube...